Estação de Transbordo



A Estação de Transbordo, está localizada junto ao Aterro Sanitário de São Giácomo, é gerenciado e operado pela CODECA e conta com 25 colaboradores. Na Estação de Transbordo a Companhia faz a transferência dos resíduos coletados pelos caminhões compactadores para os equipamentos de grande porte (carretas com capacidade de 66 m²), que realizam o transporte até a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) Rincão das Flores. São 14 funcionários que trabalham no transporte dos resíduos.

O Aterro Sanitário de São Giácomo está encerrado desde 2010. Atualmente são realizados apenas serviços de monitoramento, manutenção, conservação e tratamento de gases e efluentes líquidos.

Aterro Sanitário



CENTRAL DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS (CTR) RINCÃO DAS FLORES

A Prefeitura de Caxias do Sul inaugurou em abril de 2010 o novo aterro sanitário, construído na localidade de Rincão das Flores, no distrito de Vila Seca. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) recebeu da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) a Licença de Operação (LO) no dia 22 de abril. Em seguida, iniciaram as operações.

Atualmente, a CTR encontra-se em plena operação e representa um avanço muito grande para o Município de Caxias do Sul em relação a outras cidades do Estado e do País.

O novo aterro, projetado em sintonia com as mais modernas tecnologias, é gerenciado e operado pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (CODECA). O projeto prevê futuramente produção de energia através do aproveitamento dos resíduos.

Localizado numa área de 275 hectares, a CTR foi preparada para garantir proteção ambiental de acordo com as exigências dos órgãos licenciadores. Para evitar a contaminação do solo, a área é preparada camadas de argila compactada e membranas de polietileno de alta densidade (PEAD), que garantem a preservação do solo e do meio ambiente. Todo o chorume (líquido resultante da decomposição do lixo) é canalizado, tratado e descontaminado, passando por 3 etapas de tratamento: lagoas facultativas, biológico e físico-químico, resultando em água descontaminada. Esta água é utilizada para irrigação da área do CTR, através de um sistema de asperssores. A destinação final dos gases gerados pelo aterro é a queima.

Já foram executadas 4 células de disposição de resíduos, atualmente está em preparação a 5ª célula com uma área de 27,5 mil m². Trata-se de uma área impermeabilizada que poderá receber resíduos pelos próximos 3 anos e entrará em operação no final de 2016.

A CTR foi preparada para garantir proteção ambiental conforme as exigências dos órgãos licenciadores e este tipo de tratamento é inédito no Brasil.


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